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Senén Barro: “Os jovens estão mais preparados do que nunca para empreender"

21 Março 2012

Portuguese

O presidente da RedEmprendia, Senén Barro Ameneiro, destacou numa entrevista publicada esta quarta-feira pelo El Economista, a importância de que os universitários recebam formação relativamente à criação de empresas durante os seus estudos, dando asas assim ao seu espírito empreendedor.

“No Tecnológico de Monterrey - uma referência no que diz respeito à criação de empresas–, onde todos os estudantes recebem formação relacionada com o respetivo tópico, mais de metade dos alunos estão envolvidos na constituição de uma empresa em alguma altura da sua vida”, sublinhou.

Um rácio do que a Espanha está muito afastada, onde “Em cada 100 universitários, apenas 7 projetam empreender, o que não quer dizer que não o vaiam fazer”. É por esta razão que da RedEmprendia se está a desenhar “uma matéria que dirá respeito à criação de empresas e que será oferecida em aberto às universidades Ibero-Americanas”.

Senén Barro afirmou ainda, que os jovens “assimilam muito bem” o discurso empreendedor e "nunca antes estiveram tão preparados" para criarem empresas. Na hora de falar com os estudantes sobre empreendedorismo, o presidente da RedEmprendia foge dos grandes ícones. "É melhor colocar como exemplo a pessoas do teu bairro ou cidade, cujas empresas, embora sejam modestas, estão a gerar emprego e riqueza”.

O repto. Investir em empreendedorismo
Para além da formação das universidades, a experiência em empresas reais contribui, ainda, para fomentar o empreendedorismo. Acompanhando esta ideia, o programa da RedEmprendia 'Aprender a Empreender' "permite aos universitários que tenham um projeto empresarial usufruírem de estágios de até seis meses em entidades do estrangeiro ". Senén Barro esclareceu que não se trata de "umas práticas" mas de uma partilha de saberes nos que o empresário ensina o futuro empreendedor "como montar um negócio, confessa-lhe como é que fracassou ou ainda como partir à procura de recursos”.

Com o anúnicio do Governo español de uma futura Lei de Empreendedores, Senén Barro acha que "torna-se necessário incentivar o capital de risco privado" e apontou aos "incentivos fiscales" como uma das ferramentas para conseguí-lo. "Na Espanha o capital de risco, asume poucos perigos; prefere, antes bem, investir em setores clássicos ou com retornos curto-prazistas".

A entrevista completa aquí:
http://ecoaula.eleconomista.es/

Fuente: 
elEconomista.es
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